Postado no 22 Julho 2008 de lilly
Como abrir o jogo - Nem sempre os pais e os amigos entendem a sua orientação sexual. Veja como lidar com a situação.
- É algo que vem se desenrolando e que se consolida melhor na adolescência. Não sustento a idéia de que qualquer pessoa já nasça homossexual e de que seria algo genético, mas sim de que há uma série de fatores (ambientais, psíquicos, culturais, entre outros) que se cruzam até que uma pessoa venha a fazer uma escolha homossexual - explica a especialista em Psicoterapia de crianças e adolescentes, Flávia Ribas Duarte.
Discordo.
Se dependesse só de fatores externos, pessoas que nascem em famílias extremamente homofóbicas e/ou numa cidade/sociedade que não é nada amigável, por exemplo, não seriam gays. Elas “escolheriam” por ser hetero, é mais fácil.
Acredito que seja algo genético/biológico que, dependendo de uma série de fatores externos e psicológicos, faz com que a pessoa se descubra (e não “escolha”) mais cedo ou mais tarde.
Conheço casos de gays que aos 7 anos já haviam se descoberto assim. Outros, só depois de casados e com filhos.
Meu único medo dessa teoria (de que é genético/biológico) é que um dia descubram o gene (ou whatever) que faz as pessoas serem homossexuais e, a partir daí, tentem descobrir uma maneira de inibir esse gene.
Já ouvi [citation needed] que já é possível — e caro, evidentemente — saber se o filho terá alguma deficiência ou doença genética antes mesmo de nascer. Uns dizem até que seria possível escolher a cor dos olhos, etc. Se de fato chegarmos a esse ponto, é possível que os pais não escolham o zigoto gay.
Gostei do que falaram num dos comentários dessa matéria, a respeito da “escolha”, que seria coisa de vestibular, tipo:
( ) Hetero
( ) Gay
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Postado no 15 Julho 2008 de lilly
Já faz um tempinho que eu ando meio atucanada com essas coisas de internet.
Tipo, preocupada com o quanto a minha vida tá exposta na internet, pra qualquer um ver e fazer o que quiser com isso. Tenho pensado até em deletar tudo de por um fim nisso — claro que a minha nerdice extrema não ia deixar isso durar muito; mas ao menos poderia começar do zero, sem divulgar muito.
O problema é que, mesmo que eu não divulgue e não me linkem, sempre tem como descobrir…
Eu não consegui chegar ao número exato de quantas contas em sites que tem ALGUMA coisa da minha vida eu tenho cadastro. E se considerar qualquer lugar que eu tenha conta com e-mail, bah, sem noção.
Daí, no meio disso tudo, hoje to lendo meus feeds e vejo esse post, onde eles falam de um grupo[?] que fez 4 vídeos “prevendo” o futuro de alguns serviços do Google, tipo esse do Google Maps: YouTube - Google Maps (Part I of “The Googling”).
E, cara, eu já parei pra pensar sobre isso: o Google tem muita informação sobre mim (e seus outros milhares de usuários). Muito medo do que poderiam fazer com esses dados. Eu até já tirei várias coisas do meu Google Maps, com medo que vissem e tal (e foi antes do vídeo!).
E o pior de tudo é que eu sou totalmente viciada nessas coisas porque, convenhamos, facilitam muito a vida. É muito difícil pra mim não ver os e-mails pelo menos uma vez por dia (eu vejo muito mais vezes), pra ficar em só um serviço do Google.
É tão “intensa” a coisa que eu não vejo outro meio de falar meu problema com isso que não seja pelo meu blog.
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Postado no 13 Julho 2008 de lilly
Folha Online - Colunas - Destaques GLS - Galãs gays mofam no armário - 09/07/2008
Adorei a parte do:
No dia em que o Brasil tiver um galã assumido, não será exagero decretar feriado nacional.
Nem to afim de me estender no assunto… só termino com a ótima fala do Stephen Fry, ator gay assumido:
Eu acho que pelo fato de todos saberem que sou gay dificulta muito convencer no cinema que eu possa estar com uma mulher na tela. E ninguém me diz ‘Como você foi corajoso ao beijar aquela mulher. Deve ter sido muito difícil pra você’. Não seria difícil. Eu beijo um sapo se você quiser. Então por que é tão complicado um homem beijar outro homem?
Tirado de: Papelpop
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Postado no 30 Junho 2008 de lilly
Final de mais um semestre - thanks to Dewey - e começam os problemas: o que fazer semestre que vem?
Apesar de parecer óbvio e simples, não é.
Por causa de Estatística (que não fiz no 3º e fiz no 4º, deixando duas cadeiras pra trás) eu to eternamente no 4º semestre.
Minha idéia inicial era: terminar o 4º e o 5º semestre em 2008/2, fazer o 6º em 2009/1 e me formar em 2010/1.
Mas esqueci de dois detalhes: primeiro, que todo semestre eles alteram alguma coisa no currículo e/ou nos horários (aparentemente, o currículo mantém-se na mesma); segundo, que Arquivologia não tem no /2.
Mudaram o horário de uma cadeira, mas a princípio não vai me afetar. E como não tem essa mesma cadeira pra Arquivologia, à noite, eu terei que fazer de manhã, no horário de uma do 5º semestre.
Resultado: a cadeira de quinta-feira do 6º semestre seria empurrada pra quando tivesse fazendo o Projeto de TCC e, teoricamente, não tem como cursar outras disciplinas.
Agora, eis o dilema:
a) Choro pra que me deixem fazer uma cadeira junto com Projeto, e me formo em 2010/1; ou
b) aproveito a deixa e divido o 6º em dois e me formo em 2010/2??
Vantagens a):
- me formo com vários coleguinhas
- saio duma vez da faculdade
Vantagens b):
- faço as coisas com menos correria e, provavelmente, com melhor qualidade [só pra ilustrar: esse semestre me matriculei em oito e abandonei duas]
- a bem da verdade, eu não preciso me formar logo, mas quero.
Tenho um mês pra definir isso. Oh, Cutter, help me!!
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Postado no 29 Junho 2008 de lilly
Daí que tem o livro Catalogação de recursos bibliográficos: AACR2 em MARC21, da Memória, que eu ganhei e tal.
Tava observando esses dias a lombada:
AACR2 em MARC 21
Antonia Motta de Castro Memória Ribeiro
TODAS as iniciais do nome dela fazem parte da sigla do Código e/ou do formato. Tipos que os pais previram que ela ia ser *A* da catalogação??
OFF: Já diriam as músiquinhas de EREBD’s: Eu gosto de livro e putaria, Biblioteconomia!
Hahah, adoro!
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