Ler

Eu cheguei à conclusão de que eu adoro ler.

Minha ex-psicóloga dizia que era porque eu fazia isso sozinha e me isolava etc. etc..

Pode até ser, mas a questão é que é muito bom.

Até agora, em 2007, já li:

Vergonha dos Pés, da Fernanda Young;

Risíveis Amores, do Milan Kundera;

Objeto Sólidos, da Virginia Woolf [ainda to lendo, pq são vários contos];

Todos os Fogos o Fogo, do Julio Cortázar;

Contos de Bolsa, organizado pela Laís Chaffe [li no estágio, em pouquíssimo tempo];

Bestiário, do Julio Cortázar;

O Décimo Homem, do Graham Greene [li hoje, em menos de 4h].

Quinta-feira comprarei O Livro dos Seres Imaginários, do Jorge Luis Borges e, talvez, A Insustentável Leveza do Ser, do Milan Kundera - que quero ler há tempos, pra depois ver o filme.

O próximo da lista era O Jogo das Contas de Vidro, do Herman Hesse, mas acho que vai ficar pra depois; minha dinda me emprestou O Perfume: história de um assassino, do Patrick Süskind - que baseou o filme de nome igual que está em cartaz e quero ver.

E tem tantos outros na lista que lembro duma frase do Verissimo [o filho] que dizia que não entendia como alguém reclamava de não ter nada a fazer, com tanto livro por aí. [Não achei a frase exatamente].

Enfim, nesse feriado de carnaval - em que a maioria das pessoas tá viajando e é impossível assistir à tv aberta - vou ficar aqui na minha “bolha” lendo e lendo e lendo.

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